Violência contra as mulheres

Projeto Justiceiras acolhe vítimas de violência doméstica na quarentena

Considerando a possibilidade de aumento do número de casos de violência contra a mulher durante a pandemia do Corona Vírus, a exemplo do que aconteceu na China e na Itália;

Considerando que o Brasil é o 5º país do mundo com maior número de casos de violência contra a mulher;

Considerando a necessidade de criar canais e sistemas alternativos para atender a demanda que pode ser gerada pelos efeitos da proliferação do Covid-19 e seu impacto na vida de muitas mulheres;

Considerando que o momento é de união, solidariedade e ajuda a quem necessita, havendo muitas meninas mulheres em situação de extremo risco e vulnerabilidade:

O INSTITUTO JUSTIÇA DE SAIA, do INSTITUTO NELSON WILIANS e o INSTITUTO BEM QUERER MULHER uniram-separa criar a Força-Tarefa “JUSTICEIRAS” com o objetivo de reunir o maior número possível de pessoas voluntárias para atender meninas e mulheres vítimas de violência.

Você gostaria de ser voluntária da Força-Tarefa “JUSTICEIRAS”? CADASTRE-SE AQUI

OBJETIVO

Ampliar a rede de orientação e apoio às meninas e mulheres vítimas de violência doméstica; orientar mulheres em suas dúvidas relacionadas às situações de violência doméstica nesse período de quarentena; contribuir para a redução do transito de mulheres vítimas de violência em ambientes públicos e ruas, afim de evitar a exposição desnecessárias de mulheres ao risco de contágio do coronavírus, nesse período de quarentena, buscando oferecer o maior número de informações e apoio online sobre o tema, sem deixar que a violência contra a mulher seja esquecida ou subnotificada.

VOLUNTÁRIAS: Mulheres das áreas de Psicologia, Direito e Assistência Social, formadas ou estagiárias; e mulheres que desejam compartilhar experiências de vida no que toca o tema da violência contra a mulher e promover o acolhimento e a sororidade.

DESTINATÁRIAS DO PROJETO: Meninas e mulheres em situação de violência doméstica que necessitam de acolhimento, apoio e orientação jurídica, psicológica, socioassistencial e médica.

FONTE: SITE BEM QUERER MULHER

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